Isso era o que uma empresa de sistemas de tubulação queria em 2004 em suas operações na América Latina. Foram mapeados 13 diferentes países e seus riscos, que iam desde taxa de juros até preço local de polipropileno. Ao final do projeto o cliente passou a ver sua empresa como um portfólio de riscos financeiros e a ter um quadro das fontes de retorno e risco no seu negócio.
Expandir seu negócio de infra-estrutura em um novo continente – África – representou um risco cambial que não havia sido quantificado. O risco cambial (taxa, transferência e repatriação) era presente não apenas nos seus recebíveis, mas também no seu patrimônio físico alocado; e mais, era variante ao longo do tempo. Quando nosso cliente pediu para sua equipe nos contatar, ele estava lidando com um boom no continente. Após exaustiva leitura de contratos e com riscos devidamente mapeados e quantificados, ele está pronto para expandir com segurança.
Uma opção de compra de matéria prima deixou nosso cliente em dúvida se deveria expandir para uma nova planta de Papel e Celulose ao custo de US$200 milhões. Pela modelagem seletiva das variáveis que determinavam o retorno do projeto, concluímos que apenas duas importavam. Nossa resposta ao problema foi recebida com surpresa na matriz: "Tenho visto vários índices explicando o resultado de minha companhia, como vocês conseguiram apenas dois?". Ao modelarmos o problema ficou claro que a taxa de retorno esperada era menor que a desejada e a subsidiária decidiu prolongar o prazo e renegociar as condições da opção.